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O que espero de 2013...

 
Faltam exatos 4 dias para que 2012 vá embora com carinho e o novo ano chegue para várias promessas serem feitas. Chegando ao final desse ano, percebo que não cumpri metade das promessas que fiz na praia, abraçada aos meus pais, namorado e amigos. 
Olho para o meu corpo e vejo que a dieta foi enviada para o espaço, e ao inves de perder peso os ganhei. Percebi que continuo não tendo tempo para postar sempre no blog e que continui com os mesmos defeitos de sempre.  Porém posso perceber que, coisas aconteceram mesmo que não tenha as pedido durante os fogos que brilhavam em cima de mim há 361 das atrás. Mudei de curso e de faculdade, conheci pessoas incríveis, renovei outras amizades que haviam ficado no tempo, reencontrei amigos de infância, vi minha melhor amiga realizar um dos seus maiores sonhos, fotografei, vi minha mãe se formar, vi meu namorado colocar a aliançano no meu dedo anelar, tive algumas DR's que quase foram o fim do nosso relacionamento, perebi que carregar o nome de uma família, as vezes, não faz que você seja considerado parte realmente dessa familia... E claro, como todos os anos, renovo minha lista de sonhos.
Eu ainda não sei o que desejo para 2013. Saúde, felicidade e amor? Claro. Porém quero sentir mais que isso. Sou egoísta e quero sempre mais, muito mais... Quero coisas que nem sei. Será que vai vir? 
Desejo ser corajosa! Ta ai uma coisa que falta em mim. As vezes tenho medo do que é diferente, medo de mudar, medo de fazer coisas e medo do que vão pensar... Coragem falta para encarar esses medos. Acabei de descobrir a palavra que irei levar para esse novo ano. C O R A G E M

Será que ao final do ano que vem, estarei aqui contando para vocês o quanto fui corajosa? Será que terei realizado alguns dos meus MUITOS sonhos? Tenho feito uma lista das coisas que quero fazer esse ano, das metas que quero alcançar e a primeira vai ser:

 S E J A    C O R A J O S A ! 

 

Quem inventou o amor, explica por favor...


Hoje o post vai ser totalmente diferente dos que vocês estão acostumados a ler aqui. Eu até tinha pensado vir com textos de comportamento, falando sobre amor, amizade e coisas do cotidiano feminino. Mas ando tão sem inspiração para tal área, que resolvi deixar mais para frente, e vai  ser assim mesmo apesar desse post.

Mas hoje eu tive uma vontade imensa de vir falar sobre amor. Esse sentimento louco que as vezes, vem de pouco em pouco, calado, sem fazer alarme ai quando você olha, está lá e você não tem outra alternativa a não ser rende-se por completo. E eu tive que me inspirar nos meus queridos da Legião Urbana, com uma das suas melhores músicas para ter coragem de vir postar sobre algo tão comum e incomum.

Nunca havia me apaixonado antes, a não ser quando tinha 12 anos e era louca pelo melhor amigo do meu irmão que era irmão mais velho do meu melhor amigo, entenderam? Não? Deixa para lá. Coitada de mim, escrevia cartas, passava batom vermelho e as enxia de beijinhos, passava perfume e as enviava na esperança de uma resposta, de um momento que fosse igual as cenas de Malhação (na época, era minha novela favorita). Pena de mim, nunca passei da ''quase irmã'' para ele. O tempo passou, eu cresci, amadureci e amor se foi. E foi desde então, que passei a ver a música com outros olhos e sempre terminava com aquele refrão: ''Enquanto a vida vai e vem, você procura achar alguém que um dia possa lhe dizer; - quero ficar só com você...'' e eu esperei.

Diferente das minhas amigas, colegas e companheiras de ''grupinhos escolares'', nunca tive pressa para achar alguém, para namorar ou tive crises de ''abstinência'' de beijos na boca. Sempre fui das que falava  que nunca ia se apaixonar, que ''namorar para quê''? e tentava acreditar nisso. Mas no fundo, esperava sim encontrar um amor verdadeiro, e o ''princípe'' no cavalo branco (ecat, isso foi muito menininha para minha pessoa). E por essa minha escolha de vida, fiquei com poucos garotos nessas minhas 20 lindas primaveras, e todos de algum modo, foram importântes para o meu amadurecimento sentimental.


Até que (sempre tem que ter um ''até'', né?) no meio do ano passado, precisamente em Agosto de 2011, uma semana depois de começar no primeiro período do curso de Publicidade e Propaganda, conheci o Felipe. E depois da nossa primeira conversa, eu tive a certeza que deveria o conhecer melhor. Meio ''sem querer, querendo'' acabei sentando ao lado dele na sala de aula e a coisa começou a desandar. Descobrimos que compartilhamos o mesmo signo (leoninos dão certos juntos, somos prova disso) e o melhor, ele faz aniversário 4 dias depois de mim, apesar dele ser mais velho que eu. Descobrimos também que temos os mesmos hobby's (desenhar, dormir e fotografar), os mesmos sonhos (tornar-mos fotógrafos) e outras coisas bem parecidas em meio as nossas famílias, como o pai dele também ter o mesmo signo que o meu pai e uma parte da família dele por parte de mãe, ser de São Paulo, como a minha.

E com um pouco mais de um mês de amizade, no dia 15 de Setembro, ele me pediu em namoro. E eu achei bem interessante a nossa relação, porque não houve aquele ''ficar'' antes e depois namorar. Já começamos namorando, nosso primeiro beijo já foi como namorados e sim, ele foi/é o meu primeiro namorado. E ele morre de orgulho por isso. As vezes acho estranho, e algumas pessoas também. 20 anos e primeiro namorado? Nos dias de hoje, isso é bem dificil acontecer. As ''novinhas'' já batem o record aos 15 anos, né? E eu acho essa precocidade infantil muito errada e a reprovo.

Por isso, deixo um conselho para as meninas mais novas que lêem o blog. Não tenham pressa, esperem e não vão nunca pela cabeça das pessoas, sigam o coração de vocês. Quando for o momento certo para namorar, vai ser. E nunca façam por fazer, se permitam amar e ser amadas de verdade e não por ''modinha''. Eu esperei o tempo certo para namorar a pessoa certa, e estou vivendo um dos melhores momentos de toda a minha vida. Porque realmente existe amor. E mesmo que nem o Google consiga explicar, ele é sempre muito bom.



Filtro Solar - Everybody is free..


  Senhoras e senhores da turma de 2003: Filtro solar. Nunca deixem de usar o filtro solar. Se eu pudesse dar só uma dica sobre o futuro seria esta: usem o filtro solar! Os beneficios a longo prazo do uso de filtro solar estão provados e comprovados pela ciência. Já o resto de meus conselhos não tem outra base confiável além de minha própria experiência errante, mas agora eu vou compartilhar esses conselhos com vocês...
  Aproveite bem, o máximo que puder o poder e a beleza da juventude. Ou, então, esquece... Você nunca vai entender mesmo o poder e a beleza da juventude até que tenham se apagado. Mas pode crer, daqui a vinte anos você vai evocar as suas fotos e perceber de um jeito que você nem desconfia, hoje em dia, quantas tantas alternativas se escaravam a sua frente,  e como você realmente tava com tudo encima. Você não tá gordo, ou gorda.
  Não se preocupe com o futuro. Ou então preocupe-se, se quiser, mas saiba que pré-ocupação é tão eficaz quanto mascar chiclete para tentar resolver uma equação de álgebra. As encrencas de verdade da sua vida, tendem a vir de coisas que nunca passaram pela sua cabeça preocupada e te pegam no ponto fraco às 4 da tarde de um terça-feira muito horrenda. Todo dia, enfrente pelo menos uma coisa que te meta medo de verdade. Cante!
  Não seja leviano com o coração dos outros. Não ature gente de coração leviano. Use fio dental. Não perca tempo com inveja, às vezes se está por cima e às vezes por baixo. A peleja é longa e, no fim, é só você contra você mesmo. Não esqueça os elogios que receber mas esqueça as ofensas. Se conseguir isso, me ensine. Guarde as antigas cartas de amor. Jogue fora os extratos bancários velhos. Estique-se.
  Não se sinta culpado por não saber o que fazer da vida, as pessoas mais interessantes que eu conheço não sabiam aos 22 o que queriam fazer da vida. Alguns dos quarentões mais interessantes que conheço ainda não sabem. Tome bastante cálcio. Seja cuidadoso com os joelhos você vai sentir falta deles.
  Talvez você case, talvez não. Talvez tenha filhos, talvez não. Talvez se divorcie aos 40, talvez dance ciranda em suas bodas de diamante. Faça o que fizer, não se auto congratule demais, nem seja severo demais com você. As suas escolhas tem sempre metade das chances de dar certo, é assim pra todo mundo.
Desfrute de seu corpo, use-o de toda maneira que puder, mesmo! Não tenha medo do seu corpo ou do que as outras pessoas possam achar dele é o maior instrumento que você jamais vai construir. Dance! Mesmo que não tenha aonde além de seu próprio quarto. Leia as instruções, mesmo que não vá segui-las depois. Não leia revistas de beleza, elas só vão fazer você se achar feio!
  Dedique-se a conhecer os seus pais. É impossível prever quando eles terão ido embora, de vez. Seja legal com seus irmãos. Eles são a melhor ponte com o seu passado e possivelmente quem vai sempre mesmo te apoiar no futuro. Entenda que amigos vão e vem, mas nunca abra mão de uns poucos e bons. Esforce-se de verdade pra diminuir as distâncias geográficas e de estilos de vida. Porque quanto mais velho você ficar, mais você vai precisar das pessoas que conheceu quando jovem. More uma vez em Nova York, mas vá embora antes de endurecer. More uma vez no Havaí, mas se mande antes de amolecer. Viaje.
  Aceite certas verdades inescapáveis: os preços vão subir, os politicos vão saracutiar, você também vai envelhecer. E quando isso acontecer, você vai fantasiar que quando era jovem os preços eram razuáveis, os políticos eram decentes e as crinanças respeitavam os mais velhos. Respeite os mais velhos e não espere que ninguém segure a sua barra. Talvez você arrume uma boa aponsentadoria privada, talvez case com um bom partido, mas não esqueça que um dos dois pode de repente acabar.
  Não mexa demais nos cabelos, senão quando você chegar aos 40, vai aparentar 85. Cuidado com os conselhos que comprar mas seja paciente com aqueles que os oferecem. Conselho é uma forma de nostalgia. Compartilhar conselhos é um jeito de pescar o passado do lixo, esfregá-lo, repintar as partes feias e reciclar tudo por mais do que vale. Mas no filtro solar, acredite!


Graças ao comentário da Ann do Vinte e Poucos, procurei para saber mais sobre o texto, que até então eu só tinha visto no Youtube e em alguns sites/blogs desse mundo virtual. Na verdade, o texto não é do Pedro Bial e sim da jornalista Mary Schmich que o públicou em sua coluna no jornal The Chicago Tribute.
 







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