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Trash the Dress, já ouviram falar?


Ok meninas, esse post foi feito exclusivamente para vocês, e principalmente se você é aquela que sonha em casar na igreja, com um vestido branco, padrinhos, daminhas, véu, grinalda e arroz branco... Sim, eu também sou desses, e venho sonhando com isso desde que comecei a namorar o Fê.
Quem ai já ouviu ou leu a expressão Trash the Dress? Sabem o que significa? Eu andei pesquisando e já fazendo altos planos para quando chegar a minha vez. O TTD (abreviando tudo) é uma moda americana, que chegou no Brasil tem pouco tempo e já anda fazendo sucesso... O significado é o mesmo do nome, destruír/sujar o vestido. A idéia, é o casal ou só a noiva, usar o vestido em uma sessão de fotos dias depois da cerimônia, em algum local ''inusitado'' e longe de toda aquela tradição, abusar mesmo, sem medo de estragar o querinho que deve ter custado uma fortuna. 
E bom, eu preciso conhecer a pessoa que inventou essa moda, e a que trouxe para o Brasil, porque vamos combinar, é MARAVILHOSA. Tudo que foge do normal, do ''todos fazem'', do tradicional... me agrada e muito. Quero logo casar!!!

Separei essas fotos, para vocês terem ideia do que seja e para ficarem com o gostinho de ''quero também'' na boca. São lindas né? Adoro fotos na praia, e essas com as tintas?


Tem também, quem se atreve a não só fotogragar, como registrar em vídeos, fazendo um filmezinho para guardar para o resto da vida. Eu separei dois, que eu acho fofo demais e um é do meu antigo professor de Filosofia, o Rafael com a sua esposa, a Priscila. Ficou incrívelmente a cara deles e fofo demais!



E ai, qual a opnião de vocês? Gostaram da ideia? Teriam coragem de estragar o vestido assim? Comentem e digam o que acham *-*

Quem inventou o amor, explica por favor...


Hoje o post vai ser totalmente diferente dos que vocês estão acostumados a ler aqui. Eu até tinha pensado vir com textos de comportamento, falando sobre amor, amizade e coisas do cotidiano feminino. Mas ando tão sem inspiração para tal área, que resolvi deixar mais para frente, e vai  ser assim mesmo apesar desse post.

Mas hoje eu tive uma vontade imensa de vir falar sobre amor. Esse sentimento louco que as vezes, vem de pouco em pouco, calado, sem fazer alarme ai quando você olha, está lá e você não tem outra alternativa a não ser rende-se por completo. E eu tive que me inspirar nos meus queridos da Legião Urbana, com uma das suas melhores músicas para ter coragem de vir postar sobre algo tão comum e incomum.

Nunca havia me apaixonado antes, a não ser quando tinha 12 anos e era louca pelo melhor amigo do meu irmão que era irmão mais velho do meu melhor amigo, entenderam? Não? Deixa para lá. Coitada de mim, escrevia cartas, passava batom vermelho e as enxia de beijinhos, passava perfume e as enviava na esperança de uma resposta, de um momento que fosse igual as cenas de Malhação (na época, era minha novela favorita). Pena de mim, nunca passei da ''quase irmã'' para ele. O tempo passou, eu cresci, amadureci e amor se foi. E foi desde então, que passei a ver a música com outros olhos e sempre terminava com aquele refrão: ''Enquanto a vida vai e vem, você procura achar alguém que um dia possa lhe dizer; - quero ficar só com você...'' e eu esperei.

Diferente das minhas amigas, colegas e companheiras de ''grupinhos escolares'', nunca tive pressa para achar alguém, para namorar ou tive crises de ''abstinência'' de beijos na boca. Sempre fui das que falava  que nunca ia se apaixonar, que ''namorar para quê''? e tentava acreditar nisso. Mas no fundo, esperava sim encontrar um amor verdadeiro, e o ''princípe'' no cavalo branco (ecat, isso foi muito menininha para minha pessoa). E por essa minha escolha de vida, fiquei com poucos garotos nessas minhas 20 lindas primaveras, e todos de algum modo, foram importântes para o meu amadurecimento sentimental.


Até que (sempre tem que ter um ''até'', né?) no meio do ano passado, precisamente em Agosto de 2011, uma semana depois de começar no primeiro período do curso de Publicidade e Propaganda, conheci o Felipe. E depois da nossa primeira conversa, eu tive a certeza que deveria o conhecer melhor. Meio ''sem querer, querendo'' acabei sentando ao lado dele na sala de aula e a coisa começou a desandar. Descobrimos que compartilhamos o mesmo signo (leoninos dão certos juntos, somos prova disso) e o melhor, ele faz aniversário 4 dias depois de mim, apesar dele ser mais velho que eu. Descobrimos também que temos os mesmos hobby's (desenhar, dormir e fotografar), os mesmos sonhos (tornar-mos fotógrafos) e outras coisas bem parecidas em meio as nossas famílias, como o pai dele também ter o mesmo signo que o meu pai e uma parte da família dele por parte de mãe, ser de São Paulo, como a minha.

E com um pouco mais de um mês de amizade, no dia 15 de Setembro, ele me pediu em namoro. E eu achei bem interessante a nossa relação, porque não houve aquele ''ficar'' antes e depois namorar. Já começamos namorando, nosso primeiro beijo já foi como namorados e sim, ele foi/é o meu primeiro namorado. E ele morre de orgulho por isso. As vezes acho estranho, e algumas pessoas também. 20 anos e primeiro namorado? Nos dias de hoje, isso é bem dificil acontecer. As ''novinhas'' já batem o record aos 15 anos, né? E eu acho essa precocidade infantil muito errada e a reprovo.

Por isso, deixo um conselho para as meninas mais novas que lêem o blog. Não tenham pressa, esperem e não vão nunca pela cabeça das pessoas, sigam o coração de vocês. Quando for o momento certo para namorar, vai ser. E nunca façam por fazer, se permitam amar e ser amadas de verdade e não por ''modinha''. Eu esperei o tempo certo para namorar a pessoa certa, e estou vivendo um dos melhores momentos de toda a minha vida. Porque realmente existe amor. E mesmo que nem o Google consiga explicar, ele é sempre muito bom.



Eu queria...


   Eu queria ter te conhecido a mais tempo, queria ter vivido mais coisa com você do que já vivemos. As vezes acho errado termos nos conhecido apenas à 7 meses, é tão pouco. Queria já ter vivido uma vida inteira ao seu lado, mesmo sabendo que ainda temos uma vida para viver. 
   Queria já ter vivido os carinhos da sua mão sobre a minha mão, ter vivido nossas brigas bobas e nossas reconciliações melhores ainda, já queria ter vivido nossos beijos calorosos, aqueles mais calmos e aqueles quase sem toque. Queria ter seus olhares ternos e cheios de amor sobre mim, ou nossas conversas só por olhar. Sabe, aquele momento eu que eu te olho, você me olha e já sabemos os  que estamos sentindo ou queremos falar.
   Queria ter vivido nossas despedidas mais vezes, ter sentido mais saudades do que já sinto, ter nossos reencontros felizes e nossos abraços apertados de urso. Nossas mordidas inocentes, beliscões bobos e quase sem dor que são os momentos mais engraçados que temos.
   Nossa, como eu queria já ter te conhecido em outra vida ou te conhecido quando eramos crianças, queria ter compartilhado com você o meu primeiro beijo, minha primeira paixão platônica e a minha primeira decepção amorosa. Queria ter chorado em seus ombros por um amor roubado, uma briga boba com a melhor amiga ou as indecições de o que fazer quando as dúvidas da adolecência chegaram. E você compartilhado comigo as suas preocupações em conquistar aquela sua vizinha e as dúvidas de qual jogo novo comprar para o seu vídeo-game. Seria tão melhor, né? Ou será que já teriamos cansado um do outro? 
   Sei mesmo é que a vida ainda nos espera, temos ela todinha ai na frente para viver e nossas aventuras para descobrir. Mesmo assim, eu queria, quero e sempre irei querer você e isso é o que importa.
 






Design e código feitos por Julie Duarte. A cópia total ou parcial são proibidas, assim como retirar os créditos.
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